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Economia Sem Categoria

Veja como funciona o financiamento para imóveis prontos ou na planta

Bruno Tenório Broker

Na hora de comprar um imóvel, são muitas as dúvidas na busca pela moradia perfeita. Para imóveis na planta, por exemplo, as opções de pagamento costumam ser mais flexíveis e os valores mais atraentes.

Neste caso, como o imóvel ainda não foi construído, o consumidor adquire uma “promessa” e, por essa razão, está suscetível a uma série de riscos. Assim, para compensá-los, a construtora estabelece um valor mais baixo do que o da mesma unidade pronta.

O financiamento, nesse caso, ocorre em duas etapas: pré e pós entrega das chaves. Na primeira etapa, ao longo da execução das obras, o comprador precisará pagar apenas o valor de entrada e as primeiras parcelas do imóvel.

Esse período costuma durar de 16 a 36 meses. A facilidade é que as construtoras costumam diluir esse valor de entrada entre as parcelas. Além disso, antes da entrega das chaves, não pode haver cobrança de juros sobre esse pagamento parcelado. A única correção monetária existente segue o Índice Nacional de Construção Civil (INCC).

A principal diferença na forma de pagamento entre imóveis prontos e na planta está na quitação do valor de entrada. Enquanto que, para imóveis na planta, é possível parcelar essa quantia até que a obra esteja concluída, para imóveis prontos é preciso dispor desse dinheiro à vista.

Outra característica é o percentual de financiamento. Conforme a situação econômica do país muda, os bancos tendem a diminuir ou aumentar o teto de financiamento imobiliário. 

A Caixa Econômica Federal, por exemplo, financia até 80% do valor de imóveis usados ou novos. Mas esse número já foi diferente entre os tipos de imóveis. Geralmente, o percentual limite de financiamento dos usados costuma ser inferior ao dos novos. Vale consultar com a instituição financeira de sua preferência como está a situação no momento.

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